26ago
Esse domingo (23/08) rolou mais um show alucinante da Negra Cor em Brasília! A banda dividiu a festa com a Claudia Leitte, o Jammil e o Araketu. A galera se fez presente desde cedo. Ainda bem,pois a Negra Cor começou o show pontualmente às 16:30,abrindo a festa. A impressão que tive foi das melhores. A moçada tava no astral de curtir música baiana,mas também pôde ouvir as “misturas” que a banda faz com o hip hop, o reggae, a música eletrônica…
Obrigado a quem compareceu, e quem não foi vê se não perde a próxima viu?rs
Abração!
Adelmo Casé
postado por: adelmo
10ago
Estive esse fim de semana na cidade do Rio de Janeiro. Clima maravilhoso. Dias de sol sem aquele calor mortal do verão. Mas o motivo que me levou até lá não foi o lazer, e sim, fazer uma participação no show do Jammil. O Luau do Jammil é um evento de tremendo sucesso. Extremamaente bem organizado,num local paradisíaco(Marina da Glória), o evento foi um sucesso. Gente bonita( parecia um desfile de moda), com um astral legal, com o único intuito de se divertir.
Troquei uma idéia legal com toda a banda e também com a galera do Cidade Negra, que agora conta com o Alexandre nos vocais. Sou suspeito pra falar desse cara. Sou seu fã desde a época em que ele cantava numa banda que amo: a Berimbrau. Além dele, conversei com o Bino, um dos melhores Baixistas de Reggae que o Brasil tem. Gente fina pra caramba. Fiquei mais fã dele do que já era. Vida longa ao Cidade Negra! Vida Longa ao Jammil! Obrigado Tuca, Manno, Beto e Paulo Borges pela oportunidade de divulgar a Negra Cor.
Abração e Boa Semana Galera!
postado por: adelmo
03ago
O mundo inteiro reconhece que a música brasileira é rica. Um incontável número de estilos musicais, de artistas e bandas fazem da nossa música um mercado bem promissor e em constante mutação.
Mas existe uma lógica ingrata que “fabrica” alguns sucessos momentâneos. É como matemática. Vamos tentar desvendar esse processo. O Brasil tem mais de 16 milhões de analfabetos. A pobreza no país atinge cerca de 57 milhões de pessoas, e quase metade delas vivem em miséria absoluta. Ora vejam só. Que tipo de música essas pessoas podem consumir? Que mensagens podem ser entendidas por elas? Elas não tem culpa por não conhecerem os verdadeiros grandes artistas brasileiros. A grande chave do entendimento dos fenômenos populares na música é a LINGUAGEM. Essa está cada vez mais simplista e apelativa,pois somente dessa forma o público que a consome pode entendê-la e absorvê-la.
Por outro lado, as rádios viraram uma espécie de leilão,onde o famoso “jabá” (pagamento em troca de execuções musicais) é a lei maior.
Os empresários-que só enxergam lucro- por sua vez, querem o retorno mais rápido do seu investimento e pensam: pra que investir em arte a médio e longo prazo se posso ter o retorno imediato com os “produtos” popularescos.
E assim se monta o quebra-cabeças. Como matemática, façamos a soma: pobreza + desinformação + jabá + lucro rápido = MPPB (Música Popularesca Pobre Brasileira).
Que Orfeu,deus grego da música e da poesia, nos mande força pra mudar essa realidade…rs
Abração e boa semana!!!
postado por: adelmo
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